terça-feira, 2 de maio de 2017

A Marca e seu poder


O assunto de hoje é a importância da marca para o sucesso de uma empresa. A marca tem a função de diferenciar a origem do produto, e quando bem definida e trabalhada junto aos consumidores eleva o valor de uma empresa, independente do seu segmento.
Estratégias de marketing direcionadas para a marca podem mudar a percepção do cliente. Definir os diferenciais com o objetivo de fortalecer a marca e destaca-la no mercado e junto aos seus concorrentes, garante maior lucratividade.
Para a America Marketing Association (AMA) “marca é um nome, termo, símbolo, desenho ou uma combinação desses elementos que deve identificar os bens ou serviços de um fornecedor ou grupo de fornecedores e diferenciá-los dos da concorrência”. Escolher a marca é uma difícil tarefa, que demanda uma análise cuidadosa do produto, do público alvo, do mercado e das estratégias de marketing propostas.  
A marca é muito mais do que um mero nome ou símbolo, ela é a relação da empesa com os consumidores, que muitas vezes escolhem, produtos ou serviços, em função das percepções e sentimentos provocados. Estabelecer um valor junto ao cliente é a melhor forma de se relacionar e obter lucros.
A meta é fazer com que o produto ou serviço, atenda as expectativas do cliente, entender e conhecer os desejos dos consumidores gera um mínimo esforço nas ações de venda, a marca ganha a confiança, credibilidade e estabelece um relacionamento duradouro com seu público.
O fato é que construir e gerenciar uma marca é um grande desafio e deve ser prioridade para a empresa, até porque os consumidores atualmente, são muito bem informados e conquista-los é muito mais difícil, eles não se deixam impressionar por apelos falsos ou promoções incoerentes. A marca precisa ser forte para garantir a fidelidade de seus clientes.

Claudia Paschoal

sábado, 22 de abril de 2017

Onde se ganha o pão, não se come a carne?
Sempre usei essa frase quando o assunto era relacionamento no trabalho. Por muito tempo, mantive a distância das pessoas com as quais trabalhava, principalmente daqueles que poderiam se tornar mais do que amigos. As amizades mais intimas também eram preocupantes.
Uma pesquisa realizada em 2016, pelo Portal das Carreiras, apurou que 12,5% dos entrevistados afirmaram ter ou já ter tido um relacionamento no ambiente de trabalho.
Atualmente, muitas empresas avaliam positivamente os relacionamentos entre colaboradores.  Para alguns consultores, os envolvimentos pessoais são positivos no ambiente organizacional. Atualmente, sabe-se da importância do papel das emoções e dos afetos na vida de cada um de nós, o que se estende para o ambiente organizacional.
Quando vale a pena arriscar? Quando é algo sério e verdadeiro. Se for só uma aventura não arrisque, nesses casos manter a distância é a melhor alternativa. E se for algo verdadeiro, sempre há risco do término e é preciso estar preparado para esse momento, principalmente para não deixar que isso interfira nas relações profissionais.
Saber separar a vida pessoal da profissional, já é bem complicado. Agora conseguir manter o envolvimento pessoal distante do relacionamento profissional é muito mais difícil. O importante é manter a discrição, não deixar que vire fofoca, respeitar o código de conduta da empresa e ser feliz.

Claudia Paschoal